{"id":57665,"date":"2023-08-21T15:15:46","date_gmt":"2023-08-21T18:15:46","guid":{"rendered":"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2023\/?p=57665"},"modified":"2023-08-21T15:15:46","modified_gmt":"2023-08-21T18:15:46","slug":"boletim-moinhos-07","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2023\/boletim-moinhos-07\/","title":{"rendered":"Boletim Moinhos #07"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; row_type=&#8221;main-section&#8221; wr_background_color=&#8221;#0a0a0a&#8221; wr_background_img=&#8221;55&#8243;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1691090958120{background-color: #1d1717 !important;}&#8221;][vc_single_image image=&#8221;51&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;right&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;2\/3&#8243;][vc_empty_space][vc_empty_space][vc_column_text]<\/p>\n<table border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"5\" cellpadding=\"5\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#1B1B1B\">\n<table border=\"0\" width=\"820\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<table border=\"0\" width=\"700\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"center\" src=\"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2023\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Moinhos-Mailchimp-07.jpg\" alt=\"Image\" width=\"800\" height=\"278\" align=\"center\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\n<table border=\"0\" width=\"780\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"50\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"middle\">\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span>Editorial<\/strong><\/p>\n<p><em>\u201cQuando nisto iam, descobriram trinta ou quarenta moinhos de vento, que h\u00e1 naquele campo. Assim que Dom Quixote os viu, disse para o escudeiro:<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; A aventura vai encaminhando os nossos neg\u00f3cios melhor do que o soubemos desejar; porque, v\u00eas ali, amigo Sancho Pan\u00e7a, onde se descobrem trinta ou mais desaforados gigantes, com quem penso fazer batalha, e tirar-lhes a todos as vidas, e com cujos despojos come\u00e7aremos a enriquecer; que esta \u00e9 boa guerra e bom servi\u00e7o a Deus quem tira t\u00e3o m\u00e1 ra\u00e7a da face da terra.<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; Quais gigantes? \u2013 disse Sancho Pan\u00e7a.<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; Aqueles que ali v\u00eas \u2013 respondeu o amo-, de bra\u00e7os t\u00e3o compridos,<br \/>\nque alguns os t\u00eam de quase duas l\u00e9guas.<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; Olhe bem,Vossa Merc\u00ea \u2013 disse o escudeiro- que aquilo n\u00e3o s\u00e3o gigantes, s\u00e3o moinhos de vento; e o que parecem bra\u00e7os n\u00e3o s\u00e3o sen\u00e3o as velas, que tocadas do vento fazem trabalhar as m\u00f3s.<\/em><\/p>\n<p><em>&#8211; Bem se v\u00ea \u2013 respondeu Dom Quixote &#8211; que n\u00e3o andas corrente nisto das aventuras; s\u00e3o gigantes, s\u00e3o; e, se tens medo, tira-te da\u00ed, e p\u00f5e-te em ora\u00e7\u00e3o enquanto eu vou<br \/>\nentrar com eles em fera e desigual batalha.\u201d<a title=\"\" href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>1<\/sup><\/a><\/em><\/p>\n<p>O tema da ilus\u00e3o levou a Coordena\u00e7\u00e3o das Jornadas a uma c\u00e9lebre cena liter\u00e1ria: Dom Quixote lutando com moinhos de vento imaginando que estes fossem gigantes cru\u00e9is. Desde a publica\u00e7\u00e3o dessa obra, que \u00e9 considerada o primeiro romance moderno, moinhos se tornaram met\u00e1foras recorrentes na literatura ocidental. No Brasil, por exemplo, um dos maiores sambistas da m\u00fasica brasileira, Cartola, gravou em 1976 uma de suas m\u00fasicas mais conhecidas, cujo refr\u00e3o nos oferece os seguintes versos:<\/p>\n<p>Ou\u00e7a-me bem, amor<br \/>\nPreste aten\u00e7\u00e3o, o mundo \u00e9 um moinho<br \/>\nVai triturar teus sonhos, t\u00e3o mesquinho<br \/>\nVai reduzir as ilus\u00f5es a p\u00f3<a title=\"\" href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>2<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Os moinhos s\u00e3o movidos para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, mas eles tamb\u00e9m movem ilus\u00f5es &#8211; e se transformam em inimigos. E por mais que se diga que essa \u00e9 uma luta in\u00fatil, os moinhos podem ainda soprar fantasias, insuflar desejos, inspirar poesia e encorajar amores.<\/p>\n<p>Refor\u00e7ando o convite feito no dia do lan\u00e7amento das 30as Jornadas Cl\u00ednicas da EBP-RJ e ICP RJ, apresentamos mais uma vez o argumento, os eixos e a bibliografia sobre o tema Ilus\u00e3o que ir\u00e3o nos instigar, provocar, entusiasmar e incentivar a produ\u00e7\u00e3o de palavras, escritos, debates, conversas e quest\u00f5es que nos preparem para tratarmos, em nossas cl\u00ednicas e transmiss\u00f5es, do presente e do futuro da ilus\u00e3o no horizonte de nossa \u00e9poca.<\/p>\n<p><a title=\"\" href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>1<\/sup><\/a>\u00a0Cervantes de Saavedra, Miguel de. (1547 -1616). S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, 1978.<\/p>\n<p><a title=\"\" href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>2<\/sup><\/a>\u00a0<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/track\/3PavsmA9S6QA5lNmmsuOif?si=3DCFk73OQuyrc5ZpDZ1LnQ&amp;nd=1\">https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/track\/3PavsmA9S6QA5lNmmsuOif?si=3DCFk73OQuyrc5ZpDZ1LnQ&amp;nd=1<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span>Argumento<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span><em>\u00a0Angela Bernardes e Maria Silvia G. F. Hanna<\/em><\/p>\n<p>Ilus\u00e3o \u00e9 o tema proposto para as XXX Jornadas Cl\u00ednicas da EBP-Rio em parceria com o ICP-RJ.<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o seja um conceito psicanal\u00edtico propriamente dito, a no\u00e7\u00e3o de ilus\u00e3o abarca temas que nos interessam formular desde a perspectiva da psican\u00e1lise. Em seu c\u00e9lebre texto de 1927, \u201cO futuro de uma ilus\u00e3o\u201d, Freud correlaciona a ilus\u00e3o ao desamparo inaugural do homem, termo que aloja a dimens\u00e3o do real elaborada por J. Lacan.<\/p>\n<p>A ilus\u00e3o faz parte da vida de todos os seres falantes. Segundo Lacan, Freud considerou que \u201ctudo n\u00e3o passa de sonho\u201d<a title=\"\" href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>1<\/sup><\/a>. \u201cSomos todos delirantes&#8221;, acrescenta Lacan num pequeno texto publicado em 1978<a title=\"\" href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>2<\/sup><\/a>. Essa passagem orienta o trabalho da Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Psican\u00e1lise rumo ao Congresso de 2024, \u201cTodo mundo \u00e9 louco\u201d.<\/p>\n<p>Os eixos de trabalho para as XXX Jornadas no Rio abrem tr\u00eas campos nos quais se poder\u00e1 examinar o lugar e a fun\u00e7\u00e3o da ilus\u00e3o, seja quando sustenta um sujeito em seus la\u00e7os, seja quando cai \u2013 queda que ocorre na medida em que as ilus\u00f5es n\u00e3o se sustentam frente a algo que irrompe de maneira inesperada. Quais efeitos se verificam nas diferentes respostas subjetivas?<\/p>\n<p>Cada um \u00e9 louco a seu modo. Que ilus\u00f5es est\u00e3o envolvidas nos diferentes sintomas? O encontro com o psicanalista perturba a ilus\u00e3o como defesa frente ao real insuport\u00e1vel? Quais rela\u00e7\u00f5es entre a ilus\u00e3o amorosa e o furo real da rela\u00e7\u00e3o que n\u00e3o existe? O que os casos nos ensinam?<\/p>\n<p>\u00c9 preciso considerar que, ainda que confronte ilus\u00e3o e realidade, em seu texto de 1927 Freud assinala que uma ilus\u00e3o n\u00e3o \u00e9 necessariamente falsa. Interessa a ele a sua rela\u00e7\u00e3o com o desejo. O que dizer das ilus\u00f5es nos discursos nos quais estamos inseridos?<\/p>\n<p>Apresentamos a seguir os argumentos dos diferentes eixos, convidando os colegas da EBP-Rio e do ICP-RJ a nos endere\u00e7arem suas contribui\u00e7\u00f5es para dar vida ao debate aqui proposto.<\/p>\n<p><a title=\"\" href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>1<\/sup>\u00a0<\/a>\u201crien n\u2019est que r\u00eave\u201d adotamos a tradu\u00e7\u00e3o da cita\u00e7\u00e3o feita por J. A. Miller em \u201cTodo mundo \u00e9 louco, AMP 2024\u201d,\u00a0<em>Op\u00e7\u00e3o lacaniana<\/em>\u00a0n. 85, 2023, p.14.\u00a0<a title=\"\" href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>2<\/sup><\/a>Lacan, J. (1978) \u201cTransfer\u00eancia para Saint Denis? Lacan a favor de Vincennes\u201d,\u00a0<em>Correio\u00a0<\/em>S\u00e3o Paulo, Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, n 65, 2010. Pp 31-32.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span>Eixo 1 \u2013 Ilus\u00e3o nas loucuras<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span><em>Ana Beatriz Freire e Maria Silvia G. F. Hanna<\/em><\/p>\n<blockquote>\n<blockquote><p><em>\u201c(\u2026) longe de a loucura ser um fato contingente das fragilidades(\u2026), ela \u00e9 a virtualidade permanente de uma falha aberta em sua ess\u00eancia (\u2026) E o ser do homem n\u00e3o (\u2026) pode ser compreendido sem a loucura(\u2026)\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<\/blockquote>\n<p>As palavras de J. Lacan inspiram o eixo intitulado Ilus\u00f5es nas loucuras, que acolher\u00e1 os trabalhos que abordem e interroguem o lugar, a fun\u00e7\u00e3o e o destino das ilus\u00f5es nas loucuras do falasser nos dias de hoje.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span><a href=\"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2023\/eixo-1-ilusao-nas-loucuras\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span>Eixo 2 \u2013 Ilus\u00e3o no amor<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span><em>Angela Negreiros e Paula Legey<\/em><\/p>\n<p>Existe amor sem ilus\u00e3o? O amor \u00e9 sempre rec\u00edproco, afirma Lacan. Com isso, ele sublinha a tend\u00eancia de que v\u00e1 em dire\u00e7\u00e3o a si mesmo. Ainda que o amor se sustente na escolha por apoio, ele est\u00e1 fundado no narcisismo origin\u00e1rio. O simb\u00f3lico vem inscrever a falta como constitutiva do ser de linguagem e Lacan assim define o amor em sua face simb\u00f3lica: \u201cDar o que n\u00e3o se tem\u201d. \u00c9 da pr\u00f3pria falha no campo da linguagem, de sua insufici\u00eancia em alcan\u00e7ar algo do ser, que brota a demanda do amor. Essa via pode levar \u00e0s devasta\u00e7\u00f5es, \u00e0s loucuras de amor, \u00e0 erotomania\u2026 que n\u00e3o est\u00e3o presentes apenas nas psicoses, mas s\u00e3o posi\u00e7\u00f5es poss\u00edveis para qualquer ser falante no drama amoroso.<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span><a href=\"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2023\/eixo-2-ilusao-no-amor\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25fc<\/strong><\/span><strong>Eixo 3 \u2013 Ilus\u00e3o nos discursos<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span><em>Angela Bernardes e Vin\u00edcius Darriba<\/em><\/p>\n<p>Discursos, no sentido de Lacan, s\u00e3o modos do la\u00e7o social. \u00c9 nessa perspectiva que indagamos o que se pode dizer da Ilus\u00e3o nos discursos hoje.<\/p>\n<p>Freud supera a oposi\u00e7\u00e3o \u201cindividual\u201d e \u201csocial\u201d e situa o fundamento do v\u00ednculo social na absoluta depend\u00eancia infantil do Outro parental. A ilus\u00e3o religiosa decorre do anseio pelo pai e pelos deuses e da necessidade de tornar toler\u00e1vel o desamparo humano. Em tempos de decl\u00ednio da fun\u00e7\u00e3o do Pai, o papel da religi\u00e3o permanece o mesmo?<\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span><a href=\"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2023\/eixo-3-ilusao-nos-discursos\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>\u25fc<\/strong><\/span><strong>Bibliografia ampliada<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\">\u25fc<\/span><a href=\"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2023\/bibliografia\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#3F4044\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"center\" src=\"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2023\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/bottom_boletim.jpg\" alt=\"Image\" width=\"800\" height=\"100\" align=\"center\" border=\"0\" \/><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/3&#8243;][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; row_type=&#8221;main-section&#8221; wr_background_color=&#8221;#0a0a0a&#8221; wr_background_img=&#8221;55&#8243;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1691090958120{background-color: #1d1717 !important;}&#8221;][vc_single_image image=&#8221;51&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; alignment=&#8221;right&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column width=&#8221;2\/3&#8243;][vc_empty_space][vc_empty_space][vc_column_text] \u25fc \u25fcEditorial \u201cQuando nisto iam, descobriram trinta ou quarenta moinhos de vento, que h\u00e1 naquele campo. 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