{"id":21,"date":"2022-07-04T13:46:45","date_gmt":"2022-07-04T16:46:45","guid":{"rendered":"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2022\/?page_id=21"},"modified":"2022-07-29T15:49:29","modified_gmt":"2022-07-29T18:49:29","slug":"eixo-3-autorizar-se-contando-com-alguns-outros","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2022\/eixo-3-autorizar-se-contando-com-alguns-outros\/","title":{"rendered":"Eixo 3 \u2013 Autorizar-se contando com alguns outros"},"content":{"rendered":"[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;101&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;50px&#8221;][vc_column_text]\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #000000; font-family: source-sans-pro-black;\"><strong>Eixo 3 \u2013 Autorizar-se contando com alguns outros<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt; font-family: source-sans-pro-black;\">Por Maricia Ciscato e Renata Martinez<\/span><\/h6>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: 36pt; font-family: source-sans-pro-black; color: #ff0000;\">A<\/span><span style=\"font-family: Georgia, Palatino;\">s coordenadas que permitem a algu\u00e9m existir, tornar-se um ser falante, <\/span><\/span><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">apaixonam pensamentos desde sempre. Partimos, com Freud e Lacan, da ideia de que cada um est\u00e1 ligado a seu mundo por uma trama de rela\u00e7\u00f5es complexas, marcadas pela altern\u00e2ncia entre familiar e estranho. Entre reconhecimento e desconhecimento, cada um se vira para se constituir em seus la\u00e7os e caminhar por a\u00ed. Assim, numa composi\u00e7\u00e3o mutante, temos a forma\u00e7\u00e3o do la\u00e7o social e, tamb\u00e9m, as suas rupturas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">Na cena ocidental deste in\u00edcio de s\u00e9culo, nos deparamos com uma infinidade de vozes que clamam por espa\u00e7o, legitima\u00e7\u00e3o ou mesmo exist\u00eancia. Se cada \u00e9poca imprime as suas marcas e delimita os territ\u00f3rios do processo de constitui\u00e7\u00e3o das subjetividades, gostar\u00edamos de discutir, no terceiro eixo destas Jornadas, as circunst\u00e2ncias colocadas, hoje, para que uma autoriza\u00e7\u00e3o singular aconte\u00e7a e para pensarmos \u201cem qu\u00ea o grupo conta no autorizar-se\u201d.<a style=\"color: #000000;\" href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">Tomaremos, inicialmente, a ideia de autoriza\u00e7\u00e3o de maneira um pouco solta, para nos questionarmos sobre seu significado, mas orientados pelo uso que Lacan faz desse termo na \u201cProposi\u00e7\u00e3o de 9 de outubro de 1967 sobre o psicanalista da Escola\u201d ao se referir \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de um analista: \u201cO analista s\u00f3 se autoriza de si mesmo\u201d, diz ele.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">Autorizar-se \u00e0 fun\u00e7\u00e3o de analista exige um trabalho singular muito especial sobre o qual gostar\u00edamos de pensar ao longo de nossa pesquisa. Mas n\u00e3o s\u00f3. Anos mais tarde, na aula de 9 de abril de 1974 de seu 21\u00ba semin\u00e1rio, Lacan avan\u00e7a alguns passos sobre a quest\u00e3o da autoriza\u00e7\u00e3o ao incluir dois novos elementos que tamb\u00e9m v\u00e3o nos interessar de perto \u2013 ele diz: \u201cO ser sexuado s\u00f3 se autoriza de si mesmo \u2013 eu acrescentaria \u2013 e de alguns outros\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">Ao incluir o \u201cser sexuado\u201d no ato de uma autoriza\u00e7\u00e3o, Lacan nos incita a tirar novas consequ\u00eancias das f\u00f3rmulas da sexua\u00e7\u00e3o. Para isso, resgata o que est\u00e1 para al\u00e9m do universo regido pela \u00e9gide do Nome do Pai, algo que nomeia aqui como \u201cbeira do real\u201d<a style=\"color: #000000;\" href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, tocada pelo <em>objeto a<\/em> em sua dimens\u00e3o de letra, de escrita, em uma montagem na superf\u00edcie e no tempo. O objeto aparece aqui, ent\u00e3o, menos como furo do que como um modo de gozo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">E, ao incluir \u201calguns outros\u201d, nesse mesmo ato, Lacan nos direciona para todo um jogo com a alteridade. O modo de entrela\u00e7amento entre individual e coletivo, com suas fraturas, furos e opacidades, aparece retratado em movimento e conting\u00eancia. O que vai se desenhando \u00e9 um fazer-se a partir do grupo, modos de servir-se e de prescindir dele. N\u00e3o \u00e0 toa, Lacan retoma a\u00ed o ap\u00f3logo dos tr\u00eas prisioneiros, de seu escrito \u201cO tempo l\u00f3gico e a asser\u00e7\u00e3o da certeza antecipada\u201d, de 1945, para destacar o que chama de um <em>ballet <\/em>entre os personagens, uma dan\u00e7a que os permite, ao final, entre precipita\u00e7\u00f5es e escans\u00f5es, se reconhecerem e se deslocarem para uma sa\u00edda.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">Nesse movimento, o <em>objeto a<\/em> se revela elemento fundamental. Ser\u00e1, ent\u00e3o, a partir da dimens\u00e3o da letra que Lacan ir\u00e1 nos provocar para pensarmos a possibilidade de uma articula\u00e7\u00e3o entre \u201cautorizar-se de si mesmo\u201d e \u201cde alguns outros\u201d, fazendo da escrita a marca da diferen\u00e7a absoluta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">Eis algumas perguntas que propomos, a partir da\u00ed para nossa conversa em torno do Eixo 3 destas Jornadas:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">Um analista s\u00f3 se autoriza de si mesmo \u2013 e de alguns outros. Podemos pensar que, em uma comunidade anal\u00edtica, entre os que nela circulam, algo se escreve? O que se recolhe nesse <em>entre<\/em> que permite a algu\u00e9m extrair dali um ato, deliberadamente solit\u00e1rio \u2013 o de \u201cautorizar-se\u201d na fun\u00e7\u00e3o anal\u00edtica? Ou ainda: o que se escreve no ato de autoriza\u00e7\u00e3o?<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\">Na dimens\u00e3o da autoriza\u00e7\u00e3o, Lacan destaca que h\u00e1 algo de uma escolha presente. Se n\u00e3o estamos exatamente na l\u00f3gica da escolha for\u00e7ada \u2013 aliena\u00e7\u00e3o\/separa\u00e7\u00e3o \u2013, nem na l\u00f3gica de uma escolha puramente egoica \u2013 em que cada um, diante de um card\u00e1pio de vestes imagin\u00e1rias, escolheria a sua \u2013, de que escolha se trata aqui? Que diferen\u00e7a se imp\u00f5e entre uma \u201cautonomea\u00e7\u00e3o\u201d e um \u201cautorizar-se de si mesmo e de alguns outros\u201d? Nossa hip\u00f3tese \u00e9 a de que a autoriza\u00e7\u00e3o sustenta a marca de uma diferen\u00e7a absoluta \u2013 que carrega em si n\u00e3o apenas o gozo, mas tamb\u00e9m a perda de gozo a\u00ed implicada \u2013, algo que faz dessa escolha algo muito preciso sobre o que desejamos avan\u00e7ar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\"><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">Importa-nos de perto nessas Jornadas estarmos com os olhos voltados para os tempos que correm. Tendo em vista nosso contexto, em que a extrema direita assombra os diferentes meandros das vidas cotidianas nos mais diversos grupos sociais brasileiros, destacamos, por fim, algumas quest\u00f5es: como t\u00eam se virado as minorias, os<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">falasseres<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\"><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>em peles n\u00e3o branca-<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">cis<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">&#8211;<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">h\u00e9tero<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\"><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>no Brasil de hoje? Como fazem\u00a0<\/span><\/span><span class=\"s3\"><span class=\"bumpedFont20\">gays<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">, l\u00e9sbicas, trans\u2026 para se autorizarem em meio \u00e0 barb\u00e1rie<\/span><\/span><a style=\"color: #000000;\" name=\"_ftnref3\"><\/a><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/jornadasebprioicprj.com.br\/2022\/eixo-3-autorizar-se-contando-com-alguns-outros\/ \\l _ftn3 \"><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">[3]<\/span><\/span><\/a><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">\u00a0da \u00e9poca? E<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">negros e negras<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">? Seria poss\u00edvel falarmos de autoriza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m a\u00ed? Haveria uma diferen\u00e7a, por exemplo, entre \u201ctornar-se negro\u201d e \u201cautorizar-se\u201d? Qual seria ela?<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\"><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">E em nossas variadas pr\u00e1ticas cotidianas como analistas na cidade \u2013 desde os atendimentos particulares ao trabalho em institui\u00e7\u00f5es, passando pela pr\u00e1tica em conversa\u00e7\u00f5es \u2013<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">,<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\"><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>o que tem nos desafiado nesses tempos que correm?<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">Como<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">temos lido as variadas articula\u00e7\u00f5es entre<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">sujeito e objeto<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">nos \u201c<\/span><\/span><span class=\"s3\"><span class=\"bumpedFont20\">ballet<\/span><\/span><span class=\"s3\"><span class=\"bumpedFont20\">s<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">\u00a0contempor\u00e2neo<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">s\u201d ou nos tantos coletivos que proliferam e se mostram cada vez mais<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">como<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">uma marca da \u00e9poca<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">?<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\"><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>O que temos aprendido sobre a import\u00e2ncia de sermos<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">flex\u00edveis nas estrat\u00e9gias e t\u00e1ticas<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">, sem deixar de nos mantermos firmemente orientados pela pol\u00edtica da psican\u00e1lise<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\"><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>na cl\u00ednica e na cidade<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">?<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span class=\"s2\" style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\"><span class=\"bumpedFont20\">Aguardamos as contribui\u00e7\u00f5es de todos para avan\u00e7armos.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Georgia, Palatino; color: #000000;\"><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">Este argumento continua em constru\u00e7\u00e3o e aberto a reescritas pela contribui\u00e7\u00e3o de<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">tod@s<\/span><\/span><span class=\"s2\"><span class=\"bumpedFont20\">durante nossas 29\u00aa Jornadas. Ao trabalho!<\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6><span style=\"font-family: source-sans-pro-light; font-size: 10pt;\"><span style=\"font-family: source-sans-pro-black;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Vieira, M.A. <em>et al.<\/em>, 2022. Dispon\u00edvel na <em>Bibliografia sugerida<\/em> que consta do <em>site <\/em>das 29\u00aa Jornadas Cl\u00ednicas da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise \u2013 Se\u00e7\u00e3o Rio \u2013 e do Instituto de Cl\u00ednica Psicanal\u00edtica do Rio de Janeiro \u2013 ICP-RJ<em> \u2013 L\u00f3gicas coletivas nos tempos que correm<\/em>.<\/span><\/span><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6><span style=\"font-family: source-sans-pro-black; font-size: 10pt;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Umas das tradu\u00e7\u00f5es sugerida por Marcus Andr\u00e9 Vieira para o termo em franc\u00eas <em>bord du r\u00e9el<\/em>, mais comumente traduzido por \u201cborda do real\u201d. Cf. em Vieira, M.A. <em>et al.<\/em>, 2022.<\/span><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6><span style=\"font-family: source-sans-pro-black; font-size: 10pt;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> O termo \u201cbarb\u00e1rie\u201d \u00e9 utilizado por Lacan em seu texto \u201cO tempo l\u00f3gico e a asser\u00e7\u00e3o da certeza antecipada\u201d, na seguinte passagem: \u201c1\u00ba) Um homem sabe o que n\u00e3o \u00e9 um homem; 2\u00ba) Os homens se reconhecem entre si como sendo homens; 3\u00ba) Eu afirmo ser homem, por medo de ser convencido pelos homens de n\u00e3o ser homem. Movimento que fornece a l\u00f3gica de toda assimila\u00e7\u00e3o \u2018humana\u2019, precisamente na medida em que ela se coloca como assimiladora de uma barb\u00e1rie e, no entanto, reserva a determina\u00e7\u00e3o essencial do [<em>eu<\/em>]&#8230;\u201d. Lacan, J. <em>Escritos<\/em>. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998, p. 213.<\/span><\/h6>\n<p>&nbsp;<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=&#8221;101&#8243; img_size=&#8221;full&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=&#8221;50px&#8221;][vc_column_text] &nbsp; Eixo 3 \u2013 Autorizar-se contando com alguns outros &nbsp; Por Maricia Ciscato e Renata Martinez As coordenadas que permitem a algu\u00e9m existir, tornar-se um ser falante, apaixonam pensamentos desde sempre. 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